Conheça as marcas que estão mirando o consumo canábico de luxo

11/13/2016

 

 

Como toda indústria que se desenvolve plenamente, a cannabis está começando a criar vertentes até para quem não costuma ser muito relacionado à erva, como o mercado de luxo. As marcas de maconha estão cada vez mais se valendo de um artifício mercadológico, o branding, para delimitar seu público e engajá-lo de acordo com os interesses de seus produtos.

 

O mercado de luxo em si, já é uma indústria que vem prosperando a cada ano, com uma demanda global crescente, estima-se que a indústria da ostentação movimente cerca de 200 bilhões de dólares por ano. E como a cannabis vem se desenvolvendo de maneira única no mundo econômico, é só uma questão de tempo até surgirem variedades caríssimas e exclusivas, como acontece com vinhos e whiskies, por exemplo.

 

A Tokyo Smoke é uma das empresas que mira o mercado de luxo, se afastando da imagem típica do usuário de maconha, para se fazer presente em rodas da alta sociedade e mais, mostrar que seus usuários são exclusivos. Mais do que um item de consumo, a Tokyo Smoke quer mostrar que seus produtos são partes inerentes de um estilo de vida e de cultura para quem os consome. Nas palavras de Alan Gertner, co-fundador da Tokyo Smoke, "Não fazemos coisas sobre o maconheiro estereotipado. Queremos construir uma marca para o cidadão urbano contemporâneo. É um estilo limpo e elegante, que transmite qualidade e transformação."

 

Outra marca que visa posicionar-se de uma maneira inovadora é a Van der Pop, que para mirar a 'praticidade da mulher moderna' nomeia suas strains de maneira simples e prática, aliando os nomes às sensações causadas pela erva. Nomes como "Felicidade", "Festa", "Relaxamento", e "Foco" são algumas das variedades apresentadas pela Van de Pop.

 

 

Com a legalização em mais 8 estados nas últimas eleições, o mercado da maconha deve expandir ainda mais, tanto medicinal, quanto recreativamente, sendo absorvido por todas as classes sociais, desde os mais humildes, até os mais poderosos. Lentamente, a maconha deixará de ser objeto político para se tornar um produto de consumo, um remédio, e um comestível, por isso, a cannabis pode ser o futuro para mais do que se imagina.

 

 

Fontes:http://www.dopemagazine.com/branding-bud-cannabis-and-conspicuous-consumption/

Imagens: psfk.com/; tokyosmoke.com/; dopemagazine.com/

 

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