Brasileira deixou de usar hidroxicloroquina para tratar artrite com maconha

06/17/2020

Uma brasileira deixou de tomar hidroxicloroquina para tratar artrite reumatoide e escolheu o caminho da cannabis medicinal. Desde então, ela não sente dores fortes há mais de dois anos

 

 

 

A hidroxicloroquina é um remédio forte usado para tratar diversas doenças. Atualmente, existem muitos debates sobre o uso da medicação para o tratamento de pacientes com coronavírus COVID-19. Mas Sheila Dantas Geriz, servidora pública de 46 anos, usaria a hidroxicloroquina para o tratamento de uma artrite reumatoide, mas preferiu usar a maconha medicinal.

 

A história começa quando seu filho inicia um  tratamento de epilepsia e autismo à base de cannabis. Pedro, de 10 anos, foi diagnosticado com epilepsia e autismo quando era mais novo. Por isso, Sheila procurou a associação de pacientes Liga Canábica, onde é coordenadora atualmente. Entre as tarefas na associação, ela recebia ligações de pessoas que procuravam por um tratamento à base de cannabis. 

 

Sheila ficou meses sem um diagnóstico sobre a sua situação, tomando anti-inflamatórios e analgésicos para aliviar as fortes dores. Em 2017, ela finalmente recebeu o diagnóstico e seu médico receitou hidroxicloroquina para o tratamento. No mesmo dia, a servidora recebeu uma ligação de alguém que também estava sofrendo com artrite reumatoide: uma mulher que já havia usado diversos remédios convencionais para tratar a doença, mas que procurava na cannabis uma opção de tratamento alternativo. 

 

A servidora mudou de ideia exatamente naquele momento, já que, até então, não havia avaliado a maconha como uma possibilidade. Então, ela começou a tomar o óleo de canabidiol. Mas foi quando usou o THC aliado ao CBD que o tratamento realmente fez diferença. Tanto que, atualmente, Sheila não sente dores há mais de dois anos. 

 

A ideia da servidora é dar entrada no pedido de Habeas Corpus para conseguir uma medicação de maior qualidade, sem gastar tanto. A médica dela é cética em relação ao tratamento, mas Sheila continua sem dores e seguindo o caminho da cannabis medicinal.

 

Com informações de Caroline Apple. Fonte: Sechat



 

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