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Adeus ao baseado?

06/15/2018

 

O consumo de cannabis está atrelado à inalação da fumaça - mas, talvez, não por muito tempo. Dados de pesquisas recentes, conduzidas em países como Estados Unidos e Canadá, apontam que essa tendência tem prazo de validade - ao mesmo tempo em que o surgimento de uma indústria legal em torno da planta traz consumidores mais exigentes e conscientes, novas formas de consumo, como as infusões e os comestíveis, conquistam o mercado. 

 

A Arcview Group, empresa especializada em dados sobre o mercado canábico, aponta os comestíveis como produtos que devem protagonizar a nova cara da indústria - ano passado, só na Califórnia (que ainda não havia liberado a cannabis para fins recreativos então), consumidores gastaram US$ 180 milhões em alimentos e bebidas com infusão de THC. Não à toa, os edibles figuram entre as principais tendências gastronômicas do país de 2018, de acordo com a Food Specialty Association.

 

Outra análise recente, publicada pela Deloitte, pinta o cenário canadense como mais inclinado ao consumo de comestíveis do que ao de buds in natura para inalação. De acordo com a agência, a maconha para ser fumada deve gerar mais de US$ 5 bilhões ao longo do ano que vem no país. Em contrapartida, o setor de comestíveis promete arrecadar algo entre US$ 12 bi e US$ 22 bilhões no mesmo período. 

 

O crescente interesse global sobre a cannabis e seus subprodutos ameaça ainda outra indústria - a do álcool. Uma análise realizada pelo Rabobank, um dos maiores bancos da Europa, concluiu que o uso crescente de maconha afetará negativamente o crescimento do mercado de álcool - embora não mensure tal impacto. De acordo com o levantamento, o setor de vinhos é o mais provável de ser ameaçado pelo aumento vertiginoso do consumo de cannabis - e isso está diretamente ligado ao novo público. "Se os consumidores que começam a usar maconha após a legalização se parecessem com os consumidores que usavam maconha antes da legalização, a cerveja provavelmente seria a mais afetada", diz o estudo. 

 

Saiba mais em:

 

Forbes

Deloitte

Arcview Group

 

 

 

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