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Dividindo a casa com empreendedores canábicos

 

Durante minha estada em Boulder, no Colorado (EUA), durante o processo de aceleração da CanopyBoulder com o aplicativo Who is Happy, tive alguns endereços para chamar de casa - quatro, para ser mais exato. Ao assumir a vida de empreendedor nômade, essas mudanças não apenas são naturais, como parte do processo. 

 

Dentre essas quatro vivências, uma realmente me possibilitou um aprendizado grande, rápido e fácil. Era uma casa de empreendedores canábicos, muito perto da sede da CanopyBoulder, onde alguns ganjapreneurs dividiam suas vidas, mas também muito conhecimento, insights sobre os negócios e, é claro, uma variedade incrível de flores. 

 

Em cada quarto ficava um empreendedor. No andar superior, um amigo e eu dividíamos o espaço. Ele trabalha em uma startup de trituradores, chamada PenSimple, que na época tinha acabado de explodir na internet por causa de um vídeo apresentando o produto. A troca constante de ideias sob o mesmo teto não apenas me ajudou a entender melhor as dinâmicas de outros formatos de negócios canábicos, como o dele, mas contribuiu para que ele também pudesse enxergar novas possibilidades de atuação - no nosso último contato, há alguns dias, ele me disse que desenvolveu um novo produto para o mercado da América Latina, que tritura o "brick weed", como ele chama nosso prensado, simplesmente porque conversamos muito sobre essa oportunidade.

 

Outro "roommate" da casa de empreendedores canábicos era um cara focado no mercado imobiliário. O software desenvolvido por ele apontava os locais legais para se ter um empreendimento canábico, já que essa questão envolve alguns detalhes regulamentativos. E ainda tinha um empreendedor em aplicativos de promoções para consumidores de cannabis, no formato americano de cupons promocionais. Imagine quantas noites sem dormir, quantas conversas sem fim, quantas informações interessantes eu conseguia captar dali.  

 

Minha experiência nessa casa me possibilitou um crescimento muito grande, além de poder viver algo que sempre sonhei, com pessoas com o mesmo interesse e paixão pela cannabis. E é exatamente o que estou buscando viver por aqui, em Montevidéu, no Uruguai: experiências humanas. Afinal, não existe melhor aprendizado do que aquele compartilhado em uma roda de fumaça. 

 

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