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Menos é mais: microdoses e a personalização do estado de consciência

Com o avanço do Green Rush, a variedade de opções alternativas ao bud in natura e ao comestível garante um consumo cada vez mais personalizado – e atrai novos entusiastas, muitos dos quais inclinados a experimentar as microdoses de cannabis: um terço dos consumidores recentes da erva em estados legais dos EUA prefere doses menores e porções controladas. De acordo com a BDS Analytics, no Colorado, a venda de edibles em microdoses, ou seja, de até 5 mg de THC, cresceu 83% em 2017, em comparação ao ano anterior.

 

A busca por um estado de consciência alterado que me permita dar conta das demandas do dia a dia e, ainda assim, que ofereça os benefícios que eu procuro na cannabis recreativa, me levou a percorrer dispensários no Canadá, onde vivi nos últimos meses, atrás de microdose de cannabis. Porém, a realidade do país que fez história ao legalizar a maconha nos últimos dias é ainda proibicionista – enquanto não entrar em vigor, o que deve acontecer no dia 17 de outubro, a lei que libera o consumo e a venda de maconha restringe, principalmente, o desenvolvimento desses produtos. Diferente do Estados Unidos, por exemplo, onde a maconha é legal em alguns estados e já existem empresas investindo em produtos com microdoses, como a califoniana Kiva e a L’Eagle, no Colorado.

 

Decidi, com o apoio tecnológico da Bilva Elemental, conhecida no Brasil pelo desenvolvimento do terpeno Da Lata, me aventurar pelo universo das microdoses e produzir minha própria pílula. A genética escolhida, a empolgante sativa Durban Poison, foi extraída e dividida em 30 porções com concentração de 5 mg, que deveriam ser tomadas em intervalos curtos, para garantir um efeito leve, mas contínuo, de ânimo e bem-estar.

 

 

Digo deveriam porque, devo confessar, não segui exatamente as orientações. Como minha tolerância ao THC é alta, acabei interferindo no ciclo recomendado das pílulas, misturando com alguns baseados... dessa forma, não sei dizer exatamente como elas atuaram no meu estado de consciência. Mas posso garantir que, enquanto durou minha nova invenção, estive acompanhado de uma leve brisa, uma pequena luz que me deixou motivado para fazer as coisas que amo: correr, trabalhar e produzir. Recomendo, nesse assunto, a leitura de um artigo da Cosmopolitan, em que a jornalista Charlotte Palermino descreve, em detalhes, sua experiência de microdose por uma semana. Leia (em inglês) aqui.

 

E você, já experimentou as microdoses de cannabis? Quero falar mais sobre essa brisa num bate-papo ao vivo, que vai acontecer no Insta do GT na próxima terça-feira, dia 3, às 20h. Se quiser enviar suas perguntas, escreva para contato@ganjatalks.com que prometo responder na live.

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