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Três caminhos para você começar seu negócio canábico do zero

O colaborativismo e a cooperação entre pequenos nichos podem mudar a economia global de uma forma tão avassaladora que não me surpreenderá ver as grandes empresas serem superadas por pequenas startups de garagem - ou startups de garagem se transformando em gigantes, como o que vem acontecendo há algumas décadas no Vale do Silício. Indícios de que o jogo está  muito mais aberto, o conhecimento está na rede e as novas ferramentas são de fácil acesso.

 

Existem várias possibilidades para quem quer começar a empreender e está sem grana - e essa é a realidade de boa parte do Brasil já que, de acordo com o Sebrae, em 2017 quase 40% dos empreendedores brasileiros optaram por esse caminho por necessidade, não movidos por oportunidades. Por um motivo ou outro, eu sempre busquei maneiras alternativas de fazer meus projetos acontecerem e vou listar abaixo três caminhos que podem te ajudar a pagar pelo desenvolvimento do seu projeto.

 

Eu tenho experiência com processos de aceleração e crowdfunding. No primeiro caso, participei do programa MobilityXL, da Startupbootcamp Copenhagen, com meu app Pergunter, uma rede social de perguntas e respostas através de imagens.

 

 

Nesse processo, foram escolhidas 10 startups ao redor do mundo, e o investimento inicial da aceleradora cobriu toda a estada da nossa equipe na época, durante 3 meses, possibilitando que a gente pudesse focar no business e não se preocupar com as contas a pagar. O mesmo aconteceu em Boulder, ano passado, quando eu também recebi um investimento inicial da aceleradora CanopyBoulder, que me possibilitou morar no Colorado e desenvolver o Who is Happy durante 4 meses.

 

Já aqui no Brasil, com o Ganja Talks, eu tomei um outro rumo, porque seria muito difícil eu conseguir investimento dessa forma. Entrei, então, em um projeto pelo Catarse para captação de recursos para fazer o primeiro festival Ganja Talks acontecer. Sim, a primeira versão do festival foi um projeto que contou com ajuda através de crowdfunding e da colaboração de diversos voluntários, marcas e profissionais, que fizeram do evento um sucesso.

 

 

E o terceiro caminho? Equity Crowdfunding. Bem, o nome complicado pode ser entendido na prática pelo projeto Dr. Cannabis, uma plataforma online que conecta pacientes a profissionais, médicos e empresas que produzem, revendem e prescrevem canabinoides de forma legal no Brasil. Criada pelas brasileiras Viviane Sedola e Dra Paula Dall'Stella, a Dr. Cannabis lançou, no início do mês, uma campanha de equity crowdfunding, que permite que brasileiros comuns possam investir e, consequentemente, ter uma porcentagem de participação na empresa, por uma cota mínima de R$ 1000. A empresa, que já recebeu aportes iniciais de investidores anjos e da SuperJobs Ventures, oferece 15% do capital em cotas. Para saber mais, acesse o site da campanha.

 

Com o aporte (a meta é arrecadar R$ 750 mil), a Dr. Cannabis pretende se tornar referência na América Latina em inteligência do mercado de cannabis medicinal. "Vamos oferecer aos pacientes um balcão completo de cannabis medicinal legal, desde o conteúdo científico ao contato de médicos e os caminhos para facilitar a importação do que lhe for prescrito", diz a CEO, Viviane Sedola. 

 

Acabei de te mostrar três caminhos para realizar seu sonho de empreender com cannabis sem investir 1 centavo do seu bolso - apenas seu tempo e esforço. Espero que esses exemplos possam te ajudar a tirar suas ideias do papel - a oportunidade é grande e você está na frente dela.

 

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