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As vantagens de ser um ganjapreneur

 

O despertador toca. "Só mais cinco minutinhos". Soneca. Ele insiste - eu também. "Só mais cinco minutinhos". No semi sonho, levanto, tomo banho, até sinto o cheirinho de café recém passado. O despertador me chama para a realidade, estou atrasado! Levanto no pulo, corro pro chuveiro, voo para o carro. Café? Só depois de enfrentar o trânsito. Trânsito: coleção de almas enlatadas. Desperdício de tempo. 

 

O expediente começa. "Um wake'n'bake não seria mau para essa reunião. Mas pelo menos tem open bar de cafeína". O dia segue, como todos os outros. Mesmas conversas nos corredores, mesma rotina, mesmos problemas. No almoço, tudo igual. Marmita ou VR, tudo igual. "Um digestivo não seria mau... mas vamos de cafezinho mesmo para seguir o trabalho". A tarde se arrasta - quando não voa e não te dá outra opção senão ter que passar do horário. O sol já se foi - a energia também. A reserva que sobra se vai, junto com a paciência de não passar da segunda marcha na longa volta para casa.

 

No fim do dia, aquele baseado salvador, para lavar a alma, esquecer os perrengues, relaxar e curtir as horinhas que restam - quando não para cumprir ainda as tarefas domésticas, que não estão nem aí para nosso cansaço. Depois do segundo turno, TV, sono e uma certeza - a de que amanhã o despertador vai tocar e todas essas cenas vão se repetir, com poucas variações. 

 

Essa rotina, comum a muitos que vivem em grandes cidades, pode funcionar, mas nunca foi meu sonho. A liberdade e a paixão pelo trabalho sempre foram valores muito importantes para mim, um workaholic assumido, mas que precisa de uma motivação maior que o salário no fim do mês para se considerar feliz no que faz. Foi assim que, há alguns anos, deixei meu cargo estável em um canal de TV para me dedicar ao empreendedorismo, um caminho sem volta que me mostrou que é possível, sim, ter uma rotina que alie produtividade e prazer, responsabilidade e diversão, desafios e aprendizados. Talvez não seja o caminho mais fácil, mais confortável, mas tem propósito - outra palavra que considero muito importante na equação. 

 

O primeiro negócio canábico veio em seguida, depois de uma frustração com um projeto empreendedor que parecia decolar, mas afundou (um dos dramas de se empreender). Com o Who is Happy, não apenas encontrei uma bandeira, algo que me representa e pelo qual estou disposto a dar meu tempo, mas um novo universo, onde a cannabis é vista com seu devido valor medicinal, industrial e recreativo. Com o Who is Happy, tive a chance de mergulhar no Green Rush, através de um processo de aceleração de startups canábicas da CanopyBoulder, no Colorado, de equilibrar lazer e trabalho e, principalmente, de usar a cannabis como um instrumento para isso. Algo transformador na vida de quem ama essa planta.  

 

Durante esse processo em Boulder, que durou quatro meses, fui registrando meu dia a dia, entrevistando colegas e capturando momentos que mostram as vantagens de ser um ganjapreneur, especialmente nesse momento global de transição da cannabis. Esse material deu origem a uma série de vídeos - e o primeiro deles já está no ar: 

 

 

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