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Mediador

Cazé Peçanha

Cazé Peçanha foi parte da organização do Ganja Talks, teve como papel principal fazer a mediação dos talks no festival 

Pioneirismo e superação

Alexandre Perroud

Conheça a estória da fundação da Ultra420, a primeira head shop do Brasil. Os valores como pioneirismo, coragem, ousadia, gerenciamento de riscos, perseverança e superação, vão servir de base para traçar um paralelo entre os desafios dos esportes de aventura e o cotidiano empresarial.

A Revolução da Maconha

Tarso Araujo

Como a maconha superou sua fama de mau. E porque isso é bom para o mundo ou Passado, presente e futuro da fama de mau da erva mais fumada do mundo.  

Do virtual para o mundo real - A História do ativismo canábico do Growroom no Brasil

William Lantelme Filho

William Lantelme Filho, carioca, 40 anos, vem usando o design para fazer ativismo e movimentar a cena canábica brasileira desde 2002. Fundador do Growroom, William é também um dos primeiros organizadores da Marcha da Maconha no Brasil, fundador do primeiro Growshop do Brasil, a Jardins Urbanos. Como Designer também foi responsável pela direcão de arte da revista semSemente, primeira revista de cultura cannabica do Brasil e atualmente segue envolvido em alguns novos projetos no Brasil e no exterior que envolvem a marca Growroom e a cultura cannábica. 

A legalização como um pacto social contra a criminalização da pobreza

Rebeca Lerer

O foco da política de segurança pública no Brasil tem sido o combate policial ao varejo do mercado de drogas ilícitas, especialmente em favelas e periferias das grandes cidades brasileiras. Além de não reduzir o consumo de drogas, essa abordagem alimenta a criminalização da pobreza e tem forte perfil racista. O Brasil é recordista em números totais de assassinatos, com quase 60 mil mortes por ano. A polícia brasileira é a que mais mata no mundo e temos a 4a maior população encarcerada do planeta, com quase 600 mil presidiários, grande parte em consequência da guerra às drogas. A legalização da maconha é o começo do fim da guerra e o primeiro passo para uma abordagem mais racional no combate à violência.

Cannabis, startups e um mercado de bilhões de dólares

João Paulo Costa

Onde estão as startups e os investidores focados no mercado de cannabis? Esses são os temas que serão abordados pelo fundador da rede social Who is Happy através da análise da jornada de sua startup, tida como o “Foursquare da maconha”.

Rastafári: um movimento muito além do senso comum

Dada Yute, Prof. Jah Uiarra e Prof. André Agni

O objetivo da palestra é explicar o que é o movimento Rastafári (origem e disseminação pelo mundo), estruturação do movimento no Brasil e esclarecer a relação com a maconha, buscando descontruir o conceito formado pelo senso comum sobre essa relação.

Colhendo e semeando informação sobre maconha

Dave Coutinho

Dave explana sobre a criação do portal Smoke Buddies, as dificuldades, a importância

deste tipo de jornalismo e sua propagação em relação ao avanço das politicas publicas de drogas

no que diz respeito à Maconha.

A história da aLeda no mundo

Renato Volonghi e Giorgio Volonghi

Conheça a história da aLeda, a seda brasileira que já está em todo mundo. Os irmãos Volonghi vão contar toda a trajetória da empresa, como foi a descoberta da celulose, quais as dificuldades de empreender no mercado de cannabis no Brasil e quais são os próximos passos. 

Bate papo filme Ilegal

Katiele Fischer

Katiele Fischer, de 33 anos, é mãe de Anny Bortoli Fischer. A menina de 5 anos desenvolveu uma doença rara - a síndrome CDKL5, problema genético raro que causa epilepsia grave e sem cura - e constantemente sofre com convulsões. Na luta contra o sofrimento da filha, Katiele encontra apenas uma substância que pode tratar sua filha, o CBD, devirado da Cannabis sativa. Ela precisa trazer a substância ilegalmente ao Brasil, pois qualquer produto com origem na planta da maconha é proibido no país.

É possível cultivar maconha no Brasil?

Fernando da Silva (Profeta Verde)

O cultivo da maconha é proibido no Brasil. Ainda assim, cada dia mais usuários começam a cultivar sua própria erva para usar uma planta de qualidade, sem alimentar o tráfico de drogas.
 
Nesta conversa iremos abordar os pontos da lei que criminalizam o cultivo e analisar a principal norma que "diferencia" um usuário de um traficante. O que faz a justiça considerar um cultivador usuário ou traficante? Na hora do flagrante, o que pode livrar o cultivador da prisão? Serão debatidas medidas a ser tomadas para evitar um desfecho catastrófico. E assim chegamos a resposta da pergunta inicial: é possível cultivar a maconha no Brasil? 

São os próprios participantes que vão tirar sua conclusões depois de tudo o que foi debatido.

Evolução da reforma da política de drogas no Brasil

Emilio Figueiro

A Política de Drogas no Brasil é dinâmica, principalmente em relação à cannabis. Enquanto os atos de guerra continuam com o extermínio da juventude negra pobre de periferia, cada vez mais consumidores de cannabis optam pelo cultivo doméstico para consumo próprio como forma de não participar do mercado ilícito.

 

O Poder Público, embora com toda parcimônia e lentidão, em suas três esferas tem iniciativas para atualizar a política pública de drogas, principalmente quanto à cannabis. O Executivo, através da ANVISA, está reconhecendo o uso medicinal da maconha. A SENAD realizou um estudo comparando as principais legislações do mundo, também regulamentou o uso religioso da Ayahuasca, e formou grupo de trabalho sobre o Peyote. No Legislativo Federal existem dois projetos de lei na Câmara de Deputados para regular o ciclo da cannabis, e no Senado Federal há um projeto de lei e uma sugestão popular para alterar a lei de drogas. No Judiciario, a principal inciativa é Recurso Extraordinário no Supremo Tribunal Federal que já teve o seu julgamento iniciado, mas também há a Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal que busca a regulamentação do uso medicinal da cannabis de diversas formas, inclusive o cultivo doméstico. O Judiciário foi o primeiro a reconhecer o uso medicinal da cannabis, julgando ações envolvendo a autorização do seu uso de diversas formas e o custeio pelo Poder Público. O Judiciário também tem julgado questões sobre o cultivo doméstico e a importação de sementes. No âmbito internacional os destaques são o recente posicionamento da OEA e a Sessão Especial da Assembleia Geral da ONU - UNGASS - sobre a política de drogas.

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